Moisés falou ao povo dizendo: 15“O Senhor teu Deus fará surgir para ti, da tua nação e do meio de teus irmãos, um profeta como eu: a ele deverás escutar. 16Foi exatamente o que pediste ao Senhor teu Deus, no monte Horeb, quando todo o povo estava reunido, dizendo: ‘Não quero mais escutar a voz do Senhor meu Deus, nem ver este grande fogo, para não acabar morrendo’. 17Então o Senhor me disse: ‘Está bem o que disseram. 18Farei surgir para eles, do meio de seus irmãos, um profeta semelhante a ti. Porei em sua boca as minhas palavras e ele lhes comunicará tudo o que eu lhe mandar. 19Eu mesmo pedirei contas a quem não escutar as minhas palavras que ele pronunciar em meu nome. 20Mas o profeta que tiver a ousadia de dizer em meu nome alguma coisa que não lhe mandei ou se falar em nome de outros deuses, esse profeta deverá morrer'”.
Vinde, exultemos de alegria no Senhor, * aclamemos o Rochedo que nos salva! 2Ao seu encontro caminhemos com louvores, * e com cantos de alegria o celebremos! 6Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, * e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! 7Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, † e nós somos o seu povo e seu rebanho, * as ovelhas que conduz com sua mão. 8Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: † “Não fecheis os corações como em Meriba, * 9como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, * apesar de terem visto as minhas obras”.
Irmãos: 32Eu gostaria que estivésseis livres de preocupações. O homem não casado é solícito pelas coisas do Senhor e procura agradar ao Senhor. 33O casado preocupa-se com as coisas do mundo e procura agradar à sua mulher 34e, assim, está dividido. Do mesmo modo, a mulher não casada e a jovem solteira têm zelo pelas coisas do Senhor e procuram ser santas de corpo e espírito. Mas a que se casou preocupa-se com as coisas do mundo e procura agradar ao seu marido. 35Digo isto para o vosso próprio bem e não para vos armar um laço. O que eu desejo é levar-vos ao que é melhor, permanecendo junto ao Senhor, sem outras preocupações.
O povo que jazia nas trevas viu brilhar uma luz grandiosa; a luz despontou para aqueles que jaziam nas sombras da morte.
Na cidade de Cafarnaum, num dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei. 23Estava então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou: 24“Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus”. 25Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!” 26Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu. 27E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “O que é isto? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!” 28E a fama de Jesus logo se espalhou por toda a parte, em toda a região da Galileia.
Caríssimos irmãos e irmãs! A Liturgia da Palavra deste 4º Domingo do Tempo Comum nos apresenta Jesus Cristo como aquele profeta que Deus prometera a Moisés, dizendo: “O Senhor teu Deus fará surgir para ti, da tua nação e do meio de teus irmãos, um profeta como eu: a ele deverás escutar” (Dt 18, 15). E assim, iluminado pela luz deste profeta, “o povo que jazia nas trevas viu brilhar uma luz grandiosa; a luz despontou para aqueles que jaziam nas sombras da morte” (Mc 4, 16).
O primeiro profeta do Antigo Testamento que profetizou sobre Jesus Cristo foi Moisés. Ele alertou o povo de Israel, no final de sua vida, dizendo que haveria aparecer nos tempos futuros um profeta semelhante a ele. Por isso, ele os exortava para que todos estivessem muito atentos para acolher bem este Profeta, pois ele seria muito mais importante que o próprio Moisés, dizendo: “Então o Senhor me disse: ‘Está bem o que disseram. Farei surgir para eles, do meio de seus irmãos, um profeta semelhante a ti. Porei em sua boca as minhas palavras e ele lhes comunicará tudo o que eu lhe mandar. Eu mesmo pedirei contas a quem não escutar as minhas palavras que ele pronunciar em meu nome” (Dt 18, 17-19).
Mais tarde o rei Davi voltou a advertir o povo de Israel para que estivesse atento para ouvir a Palavra de Deus que seria anunciada pelo Divino Pastor e Profeta, dizendo: “Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: “Não fecheis os corações como em Meriba, como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, apesar de terem visto as minhas obras” (Sl 94, 8-9). E conclamava a todos os fiéis judeus a irem ao encontro deste Profeta, o Divino Pastor de Israel e de todo o gênero humano, dizendo: “Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! Ao seu encontro caminhemos com louvores, e com cantos de alegria o celebremos! Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão” (Sl 94, 1-2; 6-7).
Jesus, o Divino Profeta, quando iniciou a sua vida pública anunciando o seu Evangelho da Boa-Nova em Cafarnaum, entrou na sinagoga, num dia de Sábado. Estando ali, na cidade onde ele morava, “num dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar” (Mc 1, 21). Sem que eles soubessem que este Jesus era aquele poderoso Profeta prometido por Moisés e por todos os antigos profetas, Jesus começou a profetizar de uma forma tão extraordinária que “todos ficaram admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei” (Mc 1, 22).
Logo a seguir Jesus mesmo se apresentou, discretamente, como o poderoso Profeta e Divino Pastor de Israel, quando mostrou toda a sua força no confronto com o espírito mau, que ali se manifestou. O demónio, confuso e enfurecido com Jesus, começou a perturbá-lo na sua pregação, gritando: “Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus”. Jesus o intimou: “Cala-te e sai dele!” Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu. E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “O que é isto? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!” E a fama de Jesus logo se espalhou por toda a parte, em toda a região da Galileia” (Mc 1, 24-28).
São Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, convocava a todos os que se convertiam ao seu Evangelho a dedicarem-se inteiramente ao Senhor Jesus Cristo, quer sejam solteiros ou casados. Pois “o homem não casado é solícito pelas coisas do Senhor e procura agradar ao Senhor. O casado preocupa-se com as coisas do mundo e procura agradar à sua mulher e, assim, está dividido. Do mesmo modo, a mulher não casada e a jovem solteira têm zelo pelas coisas do Senhor e procuram ser santas de corpo e espírito” (1Cor 7, 32-34).
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