

A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, pela segunda vez: “Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade de NÃnive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”. Jonas pôs-se a caminho de NÃnive, conforme a ordem do Senhor. Ora, NÃnive era uma cidade muito grande; eram necessários três dias para ser atravessada. Jonas entrou na cidade, percorrendo o caminho de um dia; pregava ao povo, dizendo: “Ainda quarenta dias, e NÃnive será destruÃda”. Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior. Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez.
Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! Vossa verdade me oriente e me conduza, porque sois o Deus da minha salvação. Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e a vossa compaixão que são eternas! De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia sois bondade sem limites, ó Senhor! O Senhor é piedade e retidão, e reconduz ao bom caminho os pecadores. Ele dirige os humildes na justiça, e aos pobres ele ensina o seu caminho.
Eu digo, irmãos: o tempo está abreviado. Então que, doravante, os que têm mulher vivam como se não tivessem mulher; e os que choram, como se não chorassem, e os que estão alegres, como se não estivessem alegres; e os que fazem compras, como se não possuÃssem coisa alguma; e os que usam do mundo, como se dele não estivessem gozando. Pois a figura deste mundo passa.
O Reino do Céu está perto! Convertei-vos, irmãos, é preciso! Crede todos no Evangelho!
Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
CarÃssimos irmãos e irmãs! A Liturgia da Palavra deste Terceiro Domingo do Tempo Comum fez-nos um grande apelo de conversão, para que abracemos o Reino de Deus e a sua proposta de salvação. Deste modo, deverÃamos seguir as palavras de Jesus Cristo que foram pronunciadas por ele na pregação de seu Evangelho, no qual ele dizia: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1, 15)!
O nosso Deus que se manifestou pela boca dos profetas e apóstolos, se mostrou sobretudo na pessoa de Jesus Cristo, o nosso Senhor e Salvador. Todos eles – tanto Jesus, quanto os profetas e os apóstolos – foram unânimes em convocar as pessoas a empreenderem um caminho de penitência e de conversão. Sem nomear os seus pecados, para não melindrar os pecadores nas suas sensibilidades, todos eles convocavam os homens a abandonarem aquela conduta de vida pecaminosa e abraçarem um estilo de vida que fosse agradável a Deus. Somente assim os homens se tornariam dignos de serem salvos e entrar no Reino dos Céus!
Todos aqueles que ouviam os apelos dos missionários da Palavra do Senhor ficavam sedentos e ansiosos para saber como se procedia esta conversão. Quase implorando, eles diziam: “Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! Vossa verdade me oriente e me conduza, porque sois o Deus da minha salvação. Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e a vossa compaixão que são eternas! De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia sois bondade sem limites, ó Senhor” (Sl 24, 4-7)! E o missionário lhes respondia, dizendo: “O Senhor é piedade e retidão, e reconduz ao bom caminho os pecadores. Ele dirige os humildes na justiça, e aos pobres ele ensina o seu caminho” (Sl 24, 8-9).
Com esta mesma suavidade e brandura, o profeta Jonas advertia os pagãos da cidade de NÃnive, convocando-os à conversão, dizendo: “Ainda quarenta dias, e NÃnive será destruÃda”. Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior. Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez” (Jn 3, 4-5; 10).
Em sua primeira viagem missionária, passando pelas cidades da Galileia, Jesus Cristo anunciava o Evangelho de Deus, convocando as pessoas a darem crédito à s suas palavras, bem como a se disporem humildemente a realizar um processo de conversão de vida, dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” (Mc 1, 15).
E, chegando em Cafarnaum, onde morava, Jesus se dirigiu à beira-mar, onde encontrou alguns pescadores. A estes, além de lhes anunciar o Evangelho, os convocou para serem seus discÃpulos. “Desta forma, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus” (Mc 1, 16-20).
São Paulo, por sua vez, convidou os cristãos convertidos, a se desapegarem dos bens deste mundo, para abraçarem as coisas do Reino dos Céus, dizendo: “Doravante, os que têm mulher vivam como se não tivessem mulher; e os que choram, como se não chorassem, e os que estão alegres, como se não estivessem alegres; e os que fazem compras, como se não possuÃssem coisa alguma; e os que usam do mundo, como se dele não estivessem gozando. Pois a figura deste mundo passa” (1Cor 7, 29-31).
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